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Uma pessoa feliz. Jornalista e escritora apaixonada. Mãe, dona-de-casa, curiosa, amiga e sempre uma aprendiz. Muito prazer!

Doidos por cinema

terça-feira, julho 12, 2005

Cleópatra, made in Brazil




É isso mesmo. A minha rainha egícia - que na verdade era Grega - será encarnada agora em Alessandra Negrini. Digo "minha" rainha porque se precisar de alguma fã desta mulher inteligente, forte, segura, determinada e sedutoramente feminina, estão diante de uma: eu!

Apesar de ser famosa pela beleza, Cleópatra não tinha dotes magníficos (como retrata o busto ao lado, desenterrado em Roma 18 séculos após a sua morte), mas sempre foi e sempre será a minha musa!

Por isso confesso que vê-la num filme brasileiro, me dá arrepios! Mas, há sempre uma esperança. Se tomarmos como referência os últimos filmes brasileiros, somado ao toque de arte do diretor Julio Bressane, ufa... dá para respirar um pouquinho.

Bressane é o típico diretor "ame ou deixe-o", porém, foi a grande estrela do último Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O "Filme de Amor", de Bressane, faturou nada menos do que os prêmios de Melhor Filme, Melhor Fotografia e Melhor Trilha sonora. Famoso por sua sensibilidade, introspecção e um olhar único sobre a beleza, Bressane pretende retratar exatamente o lado sensível da rainha, sem esquecer a grande estrategista que ela foi. Filmado no Rio de Janeiro, Cleópatra deve estrear no início do segundo semestre.








Que os deuses estejam com Bressane, Alessandra Negrini (Cleópatra), Miguel Falabella (Júlio César) e Bruno Garcia (Marco Antônio)!

6 comentários:

Bene disse...

Tá bom... tá bom!!!

O cinema brasileiro não é mais aquele... olha o jeito dele... hehehe!!!!

Central do Brasil, Madame Satã, Olga, Cidade de Deus, isto para citar alguns dos bons filmes lançados recentemente, mostram a maturidade e qualidade do cinema brasileiro. Maturidade que se traduz em indicações para prêmios importantes, filas nos cinemas e o reconhecimento de que podemos fazer e contar boas histórias.

Mas aqui... porque mesmo o cineasta vai querer contar a história da Cleo???
Ele vai gravar o filme onde mesmo???
E porque a Alessandra Negrini??? Não que ela não seja uma boa atriz, mas...

Enfim... acho que estou com medo!!!
Muuuuuuito medo... hehehe!!!!

É esperar para ver.

Deise disse...

Bem, Cleópatra foi um dos filmes mais suntuosos que já ví. A entrada de
Cleópatra
em Roma foi "coisa de cinema"; cinema em alto estilo. Luxo, magnificência,
esplendor, pompa, beleza enfim, tudo isso e mais alguma coisa. Os
admiradores de
Alessandra Negrini que me perdoem, mas, Elizabeth Taylor é incomparável,
inigualável.
Nunca, jamais, em tempo algum, alguém conseguirá superá-la interpretando a
Rainha Negra,
a filha de Ísis. Sua interpretação criou laços tão fortes que se tonou
impossível desagregá-las.
Ela é a rainha e a rainha é ela.

Anônimo disse...

Eu adoro a Alessandra Negrini e ela vai ser a mais gata desse filme eu só vou assistir por causa dela

Anônimo disse...

Ela é a moça mais gata que eu já vi na minha vida ela é muito gostosa

Dila Pereira disse...

Desde que vi esse posto, pela primeira vez, fiquei de "ouvidos abertos" até que chegasse o dia de conferir este filme.

Talvez eu devesse ter rezado para que esse dia nunca chegasse !

Foi um verdadeiro insulto !! Não conhecia Bressane, mas se depender desta pequena amostra, não irei mesmo conhecê-lo.

Uma Cleópatra com sotaque nordestino, esquizofrênica, depressiva e tediosa. Nem mesmo a tão cantada beleza de Negrini foi capaz de salvar qualquer parte do filme. A trilha sonora então, lamentável.

Insulto !!! Foi realmente a palavra que me veio à cabeça.. Insulto à verdadeira Rainha, e também à inigualável Liz Taylor.

Decepcionante ao ponto de me fazer desligar a TV e buscar rapidamente um bom livro pra ler, algo que me tirasse da mente, cenas tão pavorosas.

Desculpem-me, se, por ventura, algum leitor do CineLoucura, gostou da Cleópatra de Bressane - e me pego ouvindo novamente a voz do narrador a chamando de Cleotra durante uma cena - mas eu, como fã da história do Egito e dos mistérios de Cleópatra, senti-me verdadeiramente insultada. E triste.

Lamentável experiência.

Mario disse...

Podre, essa versão. Tem cara de teatrinho de fundo de quintal, com artistas que, agora, me parecem mais cômicos e fracos do que antes.